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Palestra - Compreendendo a deficiência intelectual

07/12/2018 - 8h50 às 12h50

Local: Instituto de Ensino e Pesquisa APAE DE SÃO PAULO
Rua Loefgren, 2109 - Vila Clementino - São Paulo - SP
Informações: (11) 5080-7007 | instituto@apaesp.org.br 

 

 

 

 

 

​PALESTRANTES

Flavio Gonzalez

Psicólogo (Centro Universitário de Santo André), atua há 22 anos em Programas de Diversidade com foco na Inclusão Profissional de pessoas com deficiência, assessorando grandes empresas. Um dos responsáveis pela implantação da Metodologia do Emprego Apoiado na APAE de São Paulo. Supervisor de Qualificação e Inclusão profissional da APAE DE SÃO PAULO.

 

Claudia Lopes

Graduação em Fonoaudiologia pela Faculdade de Ciências Médicas da Santa Casa de São Paulo. MBA em Gestão Estratégica da Saúde, Especialização em fonoaudiologia clínica com ênfase em Neurolinguística pela Universidade de São Paulo – USP. Especializada em Reabilitação Neuropsicológica/Cognitiva pelo Departamento de Neurologia do Hospital das Clínicas - FMUSP, Aprimoramento em Gerontologia. Experiência na área de Fonoaudiologia, atuando principalmente nos seguintes temas: deficiência intelectual e envelhecimento humano, Reabilitação Neuropsicológica/Cognitiva, Reabilitação da Comunicação e da Linguagem no adulto e no idoso. Atua como fonoaudióloga no Departamento de Envelhecimento da APAE DE SÃO PAULO desde 2011.

  

Kelly Carvalho

Psicóloga graduada pelas Faculdades Metropolitanas Unidas (FMU). Especialista em Neuropsicologia pelo Centro de Diagnóstico Neuropsicológico (CDN). Mestre em Ciências pela Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP). Professora e supervisora de estágio clínico no CETCC - Centro de estudos em terapia cognitivo comportamental. Neuropsicóloga do Ambulatório de Diagnóstico da APAE DE SÃO PAULO.

Roseli Olher

Pedagoga (Universidade Mogi das Cruzes), Pós Graduação Latu Sensu em Educação Especial (Universidade São Judas Tadeu). Atua na área da deficiência intelectual há 30 anos. É Supervisora do Setor Educacional da APAE DE SÃO PAULO.
Escreveu o Artigo: Educação Inclusiva e a transição da escola especial, publicado em 2013 na revista DI do Instituto APAE DE SÃO PAULO.

Rita Silva

Graduada em Serviço Social pela Universidade São Francisco , Pós Graduada em Sócio Psicologia pela Fundação Escola de Sociologia e Política de São Paulo e Pós Graduada em Psicopedagogia. Realizou atividade profissional como Assistente Social e Coordenadora de Projetos no Centro de Apoio Social e Atendimento do Munícipio de São Paulo. Atua no Serviço de Educação da APAE DE SÃO PAULO .

Lilian Pinheiro

Graduada em Serviço Social, atuou no  Centro de Referência Especializado de Assistência Social (CREAS) e desde 2013 trabalha no Programa Todos Pelos Direitos da APAE DE SÃO PAULO, na articulação e mobilização de profissionais da rede dos municípios do Estado de São Paulo.

 

PÚBLICO

Familiares e profissionais das áreas de Saúde e Educação, interessados em obter conhecimentos acerca da deficiência intelectual.

 

O TEMA

A pessoa com deficiência intelectual pode trabalhar?
Questões como estas ainda fazem parte de um repertório que necessita de mais informação e discussões sobre o assunto. Nesta semana, que é comemorada o dia internacional da pessoa com deficiência, o Instituto de Ensino e Pesquisa APAE DE SÃO PAULO, oferece palestras com a equipe de profissionais da APAE DE SÃO PAULO para  trazer e aprimorar os conhecimentos acerca da deficiência intelectual.

 

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Palestra - Psicopatologia na Infância e Adolescência

13/11/2018 - 9h às 11h

Local: Instituto de Ensino e Pesquisa APAE DE SÃO PAULO
Rua Loefgren, 2109 - Vila Clementino - São Paulo - SP
Informações: (11) 5080-7007 | instituto@apaesp.org.br 

​PALESTRANTE

Thaís Quaranta – Psicóloga pela Universidade de Ribeirão Preto, especialista em Psicologia Hospitalar e Neuropsicologia pelo Instituto de Psiquiatria do HC-FMUSP, com foco principal em saúde mental. Na área de Neuropsicologia, atua com avaliação neuropsicológica/psicológica e reabilitação neuropsicológica: estimulação cognitiva. No âmbito geral da Psicologia, tem experiência em orientação vocacional e terapia cognitivo comportamental individual com adultos e crianças.

 

​INSCRIÇÕES

ENCERRADAS

 

PÚBLICO

Psicólogos, Assistentes Sociais Fonoaudiólogos e Terapeutas Ocupacionais e demais profissionais interessados em compreender sobre os transtornos mentais mais comuns que afetam a saúde mental de crianças e adolescentes.

 

O TEMA

De acordo com o Ministério da Saúde, o número de suicídios aumentou gradativamente no Brasil nos últimos anos e dentro dessa taxa de crescimento, há uma considerável parcela de jovens.  Considerando que a infância e a adolescência é um período permeado por muitas mudanças e de intensas transformações, nessa faixa etária podemos destacar alguns transtornos mentais mais comuns, como: a depressão, os transtornos de ansiedade, os transtornos por uso de substâncias, entre outros. Assim, a Psicopatologia é a área que estuda essas modificações que ocorrem no modo de vida, no comportamento e na personalidade de uma pessoa que se desvia da norma e que podem ocasionar sofrimento tanto para o próprio indivíduo, quanto para aqueles que convivem com ele.

 

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Palestra - Educação Inclusiva

18/10/2018 - 15h às 18h

Local: Instituto de Ensino e Pesquisa APAE DE SÃO PAULO
Rua Loefgren, 2109 - Vila Clementino - São Paulo - SP
Informações: (11) 5080-7007 | instituto@apaesp.org.br 

​PALESTRANTE

Raquel Paganelli Antun – Pedagoga com habilitação em deficiência intelectual pela Universidade Federal de Santa Catarina. Mestre em Educação Inclusiva pelo Institute of Education - University of London. No âmbito da Educação Inclusiva, atuou como docente, coordenadora pedagógica e consultora.

​INSCRIÇÕES

ENCERRADAS

 

PÚBLICO

Diretores de escolas das redes pública e privada, coordenadores pedagógicos e educadores em geral.

 

OBJETIVO

Uma conversa sobre estratégias pedagógicas capazes de potencializar o desenvolvimento cognitivo de estudantes com deficiência intelectual e o seu acesso ao conhecimento em ambientes inclusivos.

 

O TEMA

As políticas e práticas de educação pautadas nos paradigmas da segregação e da integração, historicamente, responsabilizavam as próprias crianças e adolescentes com deficiência intelectual por seu "fracasso escolar". Assim, a exclusão se dava com base no diagnóstico. Há alguns anos, no entanto, a compreensão da deficiência baseada na perspectiva médica e em aspectos clínicos deu lugar ao modelo social. De acordo com essa perspectiva, a deficiência não está no indivíduo, mas na relação entre seus impedimentos de longo prazo e as barreiras existentes no ambiente. Esse novo conceito fundamenta a inclusão, que concebe a educação como um direito que prevê não somente a garantia à presença de todas as pessoas na escola, mas também à acessibilidade, ou seja, à eliminação dos obstáculos que impedem a plena participação dos estudantes. Mas como garantir isso para os estudantes com deficiência intelectual?

Rua Loefgren, 2109
Vila Clementino
São Paulo, SP - Brasil
CEP 04040-033

+55 11 5080 7000

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