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MEMORIAL DA AMÉRICA LATINA

Auditório da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 - Barra Funda - São Paulo - SP​

19 e 20 de setembro de 2019


• CONTEXTO

A área de Ensino, Pesquisa e Inovação da APAE DE SÃO PAULO realizará, entre os dias 19 e 20 de setembro, o I Seminário Internacional sobre o Envelhecimento da Pessoa com Deficiência Intelectual. O evento é patrocinado pela Klabin S.A – maior produtora e exportadora de papéis para embalagens do Brasil, única companhia do país a oferecer ao mercado uma solução em celuloses de fibra curta, longa e fluff, e líder nos mercados de embalagens de papelão ondulado e sacos industriais; Coca-Cola FEMSA, American Airlines e Gol Linhas Aéreas, conta com o apoio da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo (SEDPcD), Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia (SBGG), Federação das APAEs do Estado de São Paulo (FEAPAES-SP) e tem como objetivo propor discussões e trocas de experiências para a criação de soluções que contribuam para o atendimento a pessoas com deficiência intelectual em processo de envelhecimento.

Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontam que a parcela da população com 60 anos ou mais no país deve duplicar até 2050 e atingir a marca de 74,6 milhões pessoas. O Censo Demográfico de 2010 indica ainda que cerca de 45 milhões de pessoas apresentam algum tipo de deficiência no Brasil. Entre os indivíduos com deficiência intelectual, a estimativa é de que haja 2,6 milhões de pessoas, sendo 537 mil acima dos 60 anos.

"Com o avanço da biomedicina e ações socioassistenciais, como a inclusão social, pessoas com deficiência intelectual estão cada vez mais longevas, o que demonstra um rompimento no paradigma quanto à expectativa de vida. Com isso, surge a necessidade de se elevar a demanda por cuidados e a formação de pessoas que se disponham a acompanhar pessoas idosas por um tempo maior, resultado de mudanças significativas na estrutura familiar, tais como: diminuição na composição familiar, por conta da queda expressiva das taxas de fecundidade, o que reduz o potencial assistencial familiar; e significativa inserção da mulher no mercado de trabalho, sendo que no passado era a principal responsável pela atenção dos cuidados a todo núcleo familiar. Esses dois cenários impactam diretamente no futuro da prestação de cuidados", explica Leila Castro especialista em envelhecimento da área de Ensino, Pesquisa e Inovação da APAE DE SÃO PAULO.

Dados do estudo multicêntrico Saúde, Bem Estar e Envelhecimento (SABE), realizado no município de São Paulo e divulgado em 2005, na Revista Brasileira de Epidemiologia, indicam que boa parte da população atual com 60 anos já demonstra níveis significativos de fragilidades em suas condições de vida e saúde, o que reforça a necessidade de prestação de cuidados contínuos e prolongados. Atualmente, porém, as famílias não conseguem suprir mais que 50% das demandas associadas a esses cuidados. Além disso, o Estado ainda não tem políticas públicas que garantam esses apoios. Em países desenvolvidos, como Estados Unidos, Espanha, Portugal, Austrália, Irlanda e Reino Unido, as políticas públicas voltadas para o oferecimento de cuidados de longa duração e apoio social à população idosa são baseadas em um conjunto de responsabilidades compartilhadas entre Estado, família e sociedade.

"O seminário é uma oportunidade para estimularmos discussões sobre alternativas que considerem o desafio de envelhecer com deficiência intelectual, com foco na heterogeneidade dos processos de envelhecimento e nos diferentes tipos de apoio necessários para suprir as demandas dessa população", comenta Dra. Laura Guilhoto, consultora técnica e científica da área de Ensino, Pesquisa e Inovação da APAE DE SÃO PAULO.

A expectativa é que 350 pessoas participem do evento, entre gestores de políticas públicas, especialistas de universidades, institutos de pesquisa científica e instituições de ensino, médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e cuidadores.


• COMISSÃO CIENTÍFICA

Laura Guilhoto
Naira Lemos Dutra
Leila Castro


• COMISSÃO ORGANIZADORA

Leila Castro
Edward Yang



• OBJETIVO

Considerando que países como a Europa, Estados Unidos, Austrália, Japão já possuem iniciativas neste segmento, propõe-se neste Seminário a troca de experiências, onde objetiva-se promover uma análise deste cenário e a apresentar soluções que contribuam no atendimento de cuidados de longa duração para pessoas com deficiência intelectual, compreendendo-se esta necessidade em função da longevidade.


• OBJETIVOS ESPECÍFICOS

- Fomentar discussões entre especialistas acerca dos modelos de atendimento na prestação de cuidados de longa duração;
- Conhecer experiências internacionais que possam servir de referência para construção de propostas adequadas no atendimento à população brasileira;
- Contextualizar as dificuldades e desafios vivenciados pela pessoa com deficiência intelectual e seu núcleo familiar em função do envelhecimento para busca de soluções;
- Analisar o mercado e tendências a fim de contribuir para a promoção de qualidade de vida e bem estar da população que envelhece com deficiência intelectual.


• PÚBLICO

- Gestores de políticas públicas, especialistas de universidades, institutos de pesquisa científica e instituições de ensino, médicos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e cuidadores.

- Número de participantes: 350 pessoas


• INFORMAÇÕES:

(11) 5080-7057   |   seminario@apaesp.org.br ​




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