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conanda-e-conade-publicam-resolucao-conjunta-sobre-atendimento-de-criancas-e-adolescentes-com-deficiencia.aspx
  
13/11/2018 19:10Conta de SistemaCanceladoDefesa de Direitos
00Saulo Mendonça

​Está no Diário Oficial da União (DOU) desta sexta-feira (09) a Resolução conjunta do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda) e do Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) sobreo atendimento de crianças e adolescentes com deficiência no Sistema de Garantia dos Direitos da Criança e do Adolescente (SGD).São 29 diretrizes que buscam, entre outras questões, reconhecer a criança e o adolescente com deficiência como cidadãos plenos de direitos e capazes de expressar suas opiniões, buscar, receber e compartilhar informações e ideias e tomar decisões.

O documento estabelece entre as 29 diretrizes que o atendimento da criança e do adolescente com deficiência seja feito de maneira transversal, por diferentes áreas disciplinares e setores, não somente pelo viés médico/clínico/da saúde, mas também na educação, assistência social, preparação para o trabalho, programas e políticas públicas e condições ambientais.

Dispõe ainda, entre as garantias estabelecidas no texto da Resolução, que deve haver formação teórica e prática, inicial e continuada para qualificação sobre o tema, tanto dos profissionais do SGD quanto dos profissionais/funcionários que trabalham no atendimento destas crianças e adolescente, como também que toda a rede de defesa e proteção deve atender às crianças e aos adolescentes com deficiência junto aos demais públicos sem segregação por gênero, raça, etnia, idade, ou tipo de deficiência.

O próximo passo dos Conselhos Nacionais, tanto de direitos da criança e do adolescente quanto da pessoa com deficiência, será disseminar as diretrizes previstas na Resolução conjunta para que sejam adotadas no âmbito do trabalho dos órgãos que compõem o SGD, como também dos conselhos de direitos locais, responsáveis pelo controle social das políticas para a infância e a adolescência no Brasil.

13/11/2018 19:07Saulo Mendonça09/11/2018Sim 89
APAE - Notícias
conanda-e-conade-publicam-resolucao-conjunta-sobre-atendimento-de-criancas-e-adolescentes-com-deficiencia.aspxconanda-e-conade-publicam-resolucao-conjunta-sobre-atendimento-de-criancas-e-adolescentes-com-deficienciaNãoNão
Aprovado6 KB APAE - NotíciasConanda e Conade Publicam Resolução Conjunta sobre Atendimento de Crianças e Adolescentes com Deficiência1.0
aig-seguros-promove-painel-sobre-desafios-e-caminhos-para-a-diversidade-e-inclusao.aspx
  
02/10/2018 13:29Conta de SistemaCanceladoQualificação e Inclusão Profissional
00Saulo Mendonça

​Pelo segundo ano consecutivo, a AIG, uma das organizações líderes no mercado securitário internacional, promoveu um painel local para discutir a diversidade e inclusão, como parte do DIVE IN - Festival Internacional de Diversidade e Inclusão no Setor de Seguros. Como patrocinadora global do evento, o painel "Os desafios do recrutamento da diversidade", que aconteceu na última quarta-feira (26), em São Paulo, foi um dos 28 eventos mundiais que a AIG promoveu durante o festival.


O debate contou com os painelistas convidados Carolina Ignarra, cadeirante há 18 anos e fundadora da Talento Incluir, consultoria de inclusão; Deives Rezende, superintendente de Ética e Ombudsman do Itaú Unibanco; Márcia Rocha, primeira transexual a ter direito ao uso do nome social no Cadastro Nacional dos Advogados da OAB e fundadora da ONG Trasempregos; Patrícia Molino, Líder de Inclusão e Diversidade na KPMG e vencedora da 1ª Edição do Prêmio CEBDS de Liderança Feminina e Igualdade de Gênero; Pedro Jaime, professor do Departamento de Administração do Centro Universitário FEI e autor do livro vencedor do Prêmio Jabuti "Executivos Negros: racismo e diversidade no mundo empresarial"; e Victor Martinez, pedagogo do Serviço de Qualificação e Inclusão da APAE DE SÃO PAULO.


Durante a conversa, os convidados contaram suas histórias de vida, superação e como o recrutamento inclusivo pode colaborar para a quebra do preconceito inconsciente, experiências dos colaboradores em um ambiente diverso e o desenvolvimento da própria empresa. "Precisamos enxergar a inclusão também sob o ponto de vista de negócios. Perspectivas, ideias e experiências diferentes nos trazem outros olhares e, com isso, conseguimos oferecer o melhor para as pessoas e aos nossos clientes", ressaltou Fábio Oliveira, CEO da AIG Brasil, na abertura do evento.


Ainda no cenário empresarial, Carolina Ignarra falou sobre a importância de empresas selecionarem os funcionários pelo perfil profissional e aptidões e não apenas para preencher cota. "Sempre pergunto às companhias: se um bom funcionário sofresse um acidente, tivesse sequelas e fosse preciso se adaptar a essa deficiência para mantê-lo no trabalho, você o demitiria ou o manteria? Se o manteria, por que não dar a oportunidade para outra pessoa com deficiência, mesmo que ainda não a conheça?", exemplificou.


Victor Martinez, da APAE DE SÃO PAULO, disse que a rotatividade de profissionais com deficiência intelectual em companhias é baixa e que, muitas vezes, faltam oportunidades não apenas de emprego, mas de capacitação. "Costumamos dizer que a APAE de São Paulo está cada vez mais vazia e isso é muito bom! Acreditamos que a pessoa com deficiência pode se desenvolver nos mesmos ambientes. Precisamos mudar a cultura de olhar o outro com diferença por causa de algum tipo de dificuldade", explicou.


Segundo o professor da FEI, Pedro Jaime, o problema do racismo é político-institucional. "Um exemplo é que o número de negros ocupando postos de direção no Brasil é muito menor que nos Estados Unidos. Isso se deve ao fato deste país ter implementado ações afirmativas para a inclusão dos negros no mercado de trabalho desde o final de 1960 que resultaram com o fim do sistema de segregação racial. Já o Brasil tem sido visto como uma democracia racial, um paraíso da convivência entre negros e brancos, sendo um país em que não existiria o racismo. Só mais recentemente essa imagem da nação brasileira sofreu abalos e o país passou a adotar políticas de ação afirmativa em favor da população negra".


Prestes a completar 70 anos no Brasil, a AIG Seguros acredita na importância da inclusão e diversidade em todos os setores. No mundo, a AIG conta com mais de 100 grupos de diversidade e 8.000 funcionários focados nas mais variadas causas inclusivas, como os "Líderes Asiáticos", "Profissionais Negros na AIG", "Pessoas com Deficiência e Aliados", "Profissionais Veteranos de Guerra", entre outros. No Brasil, as principais iniciativas de diversidade são lideradas pelos grupos WOW (Women @ Work) e Diversitas LGBT & Aliados. Esses grupos, conhecidos como ERGs (Employees Resource Groups), são formados voluntariamente por funcionários e têm o objetivo de promover um ambiente de trabalho mais inclusivo.

02/10/2018 13:18Saulo Mendonça01/10/2018Sim 87
APAE - Notícias
aig-seguros-promove-painel-sobre-desafios-e-caminhos-para-a-diversidade-e-inclusao.aspxaig-seguros-promove-painel-sobre-desafios-e-caminhos-para-a-diversidade-e-inclusaoNãoNão
Aprovado9 KB APAE - NotíciasAIG Seguros promove painel sobre os desafios e caminhos para a diversidade e inclusão no mercado de trabalho durante o DIVE IN1.0
apae-de-sao-paulo-conquista-cadeira-no-cmdj.aspx
  
27/08/2018 11:31Conta de Sistema
00Saulo Mendonça

​Pela segunda vez consecutiva, a APAE DE SÃO PAULO foi eleita – por meio dos autodefensores da Organização, Ronie Vitorino e Ana Júlia Fernandes – membra do Conselho Municipal dos Direitos da Juventude (CMDJ), para a cadeira da Deficiência e Mobilidade Reduzida.

Os jovens representarão a APAE DE SÃO PAULO durante o biênio 2019/2022 como titular e suplente, respectivamente. O CMDJ é o órgão responsável pela execução e fiscalização das políticas públicas na área da juventude de São Paulo. A eleição aconteceu no domingo, dia 19 de agosto, nas subprefeituras do município.

27/08/2018 11:25Saulo Mendonça24/08/2018Sim 86
APAE - Conteúdo Simples
apae-de-sao-paulo-conquista-cadeira-no-cmdj.aspxapae-de-sao-paulo-conquista-cadeira-no-cmdjNãoNão
Aprovado5 KB APAE - Conteúdo SimplesAPAE DE SÃO PAULO conquista cadeira no Conselho Municipal dos Direitos da Juventude1.0
teste-do-pezinho-basico-ou-ampliado-entenda-a-diferenca.aspx
  
24/07/2018 17:39Conta de Sistema
00Saulo Mendonça

​O teste do pezinho - também chamado de triagem neonatal - é extremamente importante para a saúde das crianças. Com uma só picadinha no calcanhar dos bebês, ele é uma das principais maneiras de diagnosticar uma série de doenças, antes mesmo de aparecerem os primeiros sintomas. Muitas doenças raras, de origem genética, também podem ser detectadas pelo teste. O diagnóstico precoce facilita o tratamento e pode trazer mais qualidade de vida para as famílias. Por isso, é fundamental que seja feito logo após o nascimento do bebê, entre o 3º e o 5º dia de vida. “Assim como a vacinação, a triagem neonatal tem que ser olhada como um grande programa preventivo de saúde pública”, explica o pediatra José Simon Camelo Junior, pesquisador da Faculdade de Medicina de Ribeirão Preto da Universidade de São Paulo (FMR/USP).

 

24/07/2018 17:30Saulo Mendonça24/07/2018Sim 85
APAE - Conteúdo Simples
teste-do-pezinho-basico-ou-ampliado-entenda-a-diferenca.aspxteste-do-pezinho-basico-ou-ampliado-entenda-a-diferencaNãoNão
Aprovado6 KB APAE - Conteúdo SimplesTeste do pezinho básico ou ampliado? Entenda a diferença1.0
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